Contacte-nos

934 203 329info@directenglish.pt

A importância do domínio da Língua Inglesa

Desde há alguns anos que o inglês era um privilégio de poucos, entretanto, passou a ser uma necessidade para todos. Porque é que é assim?  Como língua internacional, língua de negócios, utilizada nos estudos, em viagens, ou seja, na comunicação com o mundo em que vivemos, saber inglês é cada vez mais importante no nosso dia a dia.

Hoje em dia, no mercado de trabalho, não poderia ser mais realista, com a elevada taxa de desemprego e todos a lutarem para manter o seu trabalho com tanto esforço. Nos negócios, uma coisa não muda : a importância que se ganha em falarmos Inglês.

É a fluência nesta língua que permite que altos cargos de empresas, consigam comunicar rapidamente, mesmo não estando no mesmo país.

É de suma importância aprender novas línguas, pois o novo mercado de trabalho assim o exige. Confrontamo-nos com novas realidades, novas tecnologias, que nos conduzem a novos conhecimentos e a uma maior interação com os outros, sejam eles familiares, amigos e colegas de trabalho com quem falamos utilizando a internet e suas redes sociais ( facebook, Linked in, Twitter, etc).

Até na nossa formação ao longo da vida e as qualificações que se vão obtendo, de certa forma exigem ter por base bons conhecimentos de uma ou mais línguas estrangeiras. Como por exemplo, a exigência por parte de recrutadores de trabalhadores é se a pessoa tem bons conhecimentos de Inglês , na escrita e oralidade. Pois é com base nesses conhecimentos, que vão avaliar se o perfil da pessoa é mais valia ou não para sua empresa.

Desta forma, é aconselhável aprender a Língua Inglesa desde a primária, pois é de pequenino que se torce o pepino. Para que mais tarde possam esses jovens, já adultos, colherem os frutos quando estiverem a trabalhar e aplicar bem os conhecimentos aprendidos ao longo das suas vidas de estudante. Aprender a ter o domínio da língua Inglesa é muito importante nos dias que correm. Muitos jovens que saem das Universidades não conseguem de imediato uma colocação para exercer a sua profissão em Portugal. Recorrem muitas vezes a cursos intensivos de inglês para se prepararem antes de irem para outro país, onde sabem que poderão começar finalmente a trabalhar no que mais gostam, após anos de estudo, ganhando mais e de certa forma, a comunicação estabelece-se com maior facilidade, tendo o domínio da língua estrangeira.

Dominando a Língua Inglesa, as pessoas conseguirão comunicar melhor, expressar as suas opiniões sobre determinados assuntos, exporem suas ideias com maior facilidade. 

Teacher Patrícia Calhau

20 frases que vai precisar para viajar

“Olá”, “bom dia / good morning”, “por favor / please” e “obrigada / thank you”, são as expressões básicas necessárias para se iniciar um diálogo minimamente cordial com alguém quando se viaja para um país com uma língua diferente da nossa.

De acordo com a opinião de várias pessoas, as frases ou expressões mais necessárias e usadas por um viajante são aquelas que satisfazem as nossas necessidades mínimas.

Um “Onde fica a casa de banho? / Where is the toilet?“, “Qual o autocarro para …? / Which bus should I take to…?”, “Onde fica a bilheteira? / Where is the ticket office?”, “Qual a direção para…? / What is the direction for…?” entre outras, são logo as primeiras respostas dadas aquando se pergunta, quais seriam as frases que mais lhe fariam falta em caso de viagem.

Uma das mais importantes começa por pedir informação, seja esta onde e sobre o que for: “Poderia indicar-me onde fica….? / Could you point me where … is?”. Através desta conseguimos obter informações vitais para a nossa passagem pelo país ou cidade. Estas informações podem ser desde a obtenção de direções, localizações, bem como pedidos de ajuda (hospital, número de emergência).

Quem não viajou já e por qualquer motivo se desorientou e necessitou de ajuda? Quase todos!!!

Nesse caso, aparece a famosa expressão: “Estou perdido, poderia ajudar-me ou indicar-me no mapa onde estou? / I’m lost, could you help me or point out on the map where I am?”, logo e como tal, a necessidade de levar ou obter um mapa é crucial. Se levou o mapa, é só usar a expressão anterior, caso não o tenha levado, nova expressão terá que anexar ao seu compêndio: “Onde fica localizado o Ponto de Turismo? / Where is the tourist office located?”.Assim e após adquirir o mapa, mais facilmente se deslocará na cidade.

Se não domina de forma alguma a língua de origem, terá sempre como refúgio, a língua inglesa, visto esta ser considerada uma língua universal. Assim sendo, se por qualquer motivo se encontrar com dificuldades em se orientar na rua, porque as placas informativas ou direcionais estão escritas nessa mesma língua que não domina, pode pedir para alguém traduzir para inglês “Poderia traduzir isto/aquilo para inglês, se faz favor? / Could you translate this/that to english, please?”

“Não falo muito bem Inglês/francês ….. / I do not speak English/French very well”. Obviamente esta é outra das dificuldades que nos prende. Quando a nossa segunda língua a ser utilizada, não atinge os requisitos mínimos de conversação, poderá sempre pedir para falarem mais devagar “Poderia falar um pouco mais devagar? / Could you speak a little slower?” ou até mesmo pedir para repetir “Poderia repetir, se faz favor? / Could you repeat, please?”.Se em nenhum dos casos isso não o ajudar, terá então que fazer uso de algo mais criativo como gestos ou imagens de forma a obter a informação que necessita.

Imaginando outra situação em que têm um percurso já predefinido, mas aquando no local se apercebe que as distâncias no mapa (mapa sem escala) não correspondem muito bem com as reais. O que fazer?e o que perguntar?. Neste caso, poderá dirigir-se a qualquer pessoa que passe ou até mesmo a um Agente deAutoridade e perguntar“Quanto tempo demorarei até…ou… se fica muito longe? / How long will I take to.. or.. is it too far?”

Seguindo este raciocínio poderá sempre aproveitar para perguntar quais os melhores sítios a visitar, para se divertir ou comer: “Poderia recomendar-me quais os melhores Monumentos e Museus a visitar? / Could you recommend me which are the best Monuments and Museums to visit?”, ou “Qual o melhor local para sair à noite? / What is the best place to go out at night?”e ainda “Que restaurante me recomenda para provar pratos típicos do país ou cidade? / What restaurant do you recommend me to taste typical dishes ?”.Normalmente, qualquer Agente de Autoridade ou qualquer pessoa com os mínimos de requisitos na língua inglesa (por exemplo), de bom agrado lhe dará estas informações.

Após recolher estas informações poderá então desfrutar de um belo almoço ou jantar consoante a hora, claro!Já agora, se for uma pessoa que não faz uso de relógio ou liga muito a telemóveis, tem uma boa frase que deverá aprender também, “Que horas são? / What time is it?”.Primeiro porque pode não ter relógio, segundo porque muitas vezes o fuso horário não é o mesmo do seu país e normalmente nos primeiros dias, a desorientação instala-se. Se se deslocar para países em que anoitece muito cedo pode acontecer algo estranho,falando por experiência própria, já me encontrei na situação de anoitecer bastante mais cedo do que em Portugal e sentir que eram horas de jantar, mas apenas eram 03:30 da tarde, sensação estranha, mas ao fim de alguns dias o corpo habitua-se.

Voltando então atrás na lógica, hora da “paparoca”, façam agora uso da vossa imaginação. Tentem visualizar um restaurante típico, tipo “tasca”. Muitas vezes deparamo-nos com a dificuldade em entender o que realmente está no menu.Que fazer? Não vamos pedir à sorte, pois pode correr terrivelmente mal. Acreditem que corre mal, sem mencionar nomes, nem locais, há uns anos atrás numa daquelas viagens entre amigas, constatei que às vezes o confiar em demasia em um membro do grupo para traduzir e guiar, pode trocar as voltas a tudo. Neste caso sendo eu a única com conhecimentos de inglês na altura, alertei para o fato: “atenção ao que escolhem, pois existem palavras que são “false friends””. Por momentos tive que me ausentar e quando regressei à mesa, já tinham feito o pedido.Qual não foi o meu espanto quando me indicam que pediram bifes para todos … eu fiquei para morrer, pois calculei logo o disparate que foi feito … sim … em vez de “Steak” (bife) veio o maravilho “Beef” (guisado), não é que fosse mau, mas não era a mesma coisa. A vantagem é que me diverti muito ao ver a cara delas de desilusão e vergonha.

Portanto, se calhar será melhor aprender mais umas frases: “Que prato típico recomenda?…ou… o que recomenda? / What typical dish do you recommend?… or… what do you recommend?”, “O que leva este prato? / What does this dish have?” Coisas básicas, para não ter desilusões.

Qualquer situação ou aventura que tenha num país estrangeiro, requer algum estudo.Seja este a nível histórico, cultural ou outro. Contudo, convém mesmo saber manusear bem o dinheiro (divisa). Hoje em dia é bastante mais fácil se estivermos a falar de um país europeu, mas mesmo assim,ainda há países que não usam o EURO, e fora da Europa, nem vale a pena falar…logo, há sempre a necessidade de fazer o câmbio, ou até mesmo de fazer levantamentos no multibanco. Imaginem que vão a um mercado típico da cidade, à procura da melhor lembrança para levar para casa e deparam-se com o fato de não permitirem pagamentos com cartão. Qual a frase necessária, se não conhecerem a área:“Poderia dizer-me onde se encontra o multibanco mais próximo? / Could you tell me where is the nearest ATM?“.

Ah, não podemos esquecer jamais o famoso “Quanto custa? / How much?“.Este é muito importante se não quiserem ser surpreendidos ou enganados na hora de pagar.

Resumindo e concluindo, convém fazer alguma preparação do local que vai visitar, tendo em vista o saber um pouco de tudo para que torne a sua estadia o mais agradável possível e desfrute da mesma.

Autor: Carla Vaz

Como escrever uma carta em Inglês

Hoje em dia a informação é mediática,rápida e encontra-se à distância de um aparelho eletrónico; se, por ventura, quero saber um sinónimo, um significado de uma palavra em inglês, por que razão demorar cinco ou dez minutos à procura da palavra no dicionário se os há onlinee a resposta aparece em segundos? (Desculpem-me os mais avessos à tecnologia hodierna, mas na verdade há online dicionários totalmente confiáveis). A internet tornou-se o meio, por si só, para a maior parte das muitas perguntas que os jovens/adultos procuram(boas e menos boas, entenda-se, claro), refiro-me àquelas respostas que antes se procuravam em livros e que tínhamos de esperar a biblioteca abrir, no outro dia de manhã, para procurar a resposta e se tivéssemos dom de pesquisa lá conseguiríamos a dita. Hoje podemos obter as mais variadas respostas e informações através de um click- se são ou não verosímeis ou se se confirmam como respostas verdadeiras e reais é outra história, digna de outro artigo.

Na verdade as empresas de hoje utilizam as redes sociais para difusões de publicidade e marketing empresarial, há inquéritos online, aulas em plataformas online (e-learning), compras online – é realmente possível ir às compras sem sair de casa. E no meio de toda esta nova tecnologia e forma de chegar ao outro, o que acontece quando quero escrever uma carta formal? Agradecer um convite que recebi por email ou um serviço de qualidade que me foi garantido e fornecido.

Hoje os emails são as novas “cartas comerciais”, quantos destes emails são mandados e recebidos diariamente, propondo esboços e orçamentos, consolidando vários projetos, expressando convites e agradecimentos. Como escrevê-los formalmente e corretamente? Mais, como fazê-lo numa língua que não a nossa, como em inglês? “Como escrever uma carta de agradecimento em inglês”, este como será realmente dependente da política e do clima da empresa que contactamos, terá a ver com a perspectiva psicossocial e cultural da mesma. Não será neste caso um dicionário que poderá ajudar, um tradutor online confiável não conhecerá as novas vigentes formas de escrita inter- e intraempresariais, para agradecer precisamos de sim usar a tecnologia como forma de envio e escrita da mensagem, mas será o lado humano que a escreverá, em qualquer língua, se for em inglês, aqui no Direct English, ser-lhe-ão dada ferramentas, poderá, por meio de profissionais, obter a ajuda para desenvolver as competências e aptidões para o realizar.

Apresentação

A apresentação deverá ser clara e objetiva. Começará por endereçar a carta. É preferível que especifique o nível de intimidade que tem com a pessoa. Vamos ver alguns exemplos:

 

Dear Mr. (homens) / Ms. Johnson ( mulheres) Usar se a intimidade com a pessoa for formal
Dear Dr. Tratamento formal, usar caso se esteja a dirigir a um doutor (SO MEDICOS)
Miss Mary Tratamento formal, como se fosse tratar a pessoa por senhorita
Dear Mrs Johnson Tratamento formal, usar se nos estivermos a dirigir a uma pessoa casada
Dear Frank / Mary Tratamento informal, usar se a pessoa a quem nos dirigimos for um contato profissional próximo ou amigo
Dear Sir (homens) ou Dear Madam (mulheres) Usar caso não saiba quem é o seu destinatário

Desenvolvimento

Caso seja a primeira correspondência, é interessante acrescentar informações a seu respeito nesta etapa. Numa carta sobre uma vaga de emprego, pode fazer referência a uma indicação ou um anúncio, como por exemplo:

  • Thank you for your phone call yesterday (Obrigado pelo telefonema de ontem) – Em resposta a um contato prévio
  • Regarding to your advertisement on the newspapers (Referente ao anúncio nos jornais) – Em pedido de emprego

A seguir é uma boa altura para comentar as suas intenções ao escrever a carta. Geralmente usa-se “I am writing to” (“Estou a escrever para”), veja alguns exemplos:

I am writing to (Estou a escrever para):

  • request new furniture for our office – pedir nova mobília para o nosso escritório
  • confirm your presence at the meeting on next Friday – confirmar a sua presença na reunião na próxima sexta-feira
  • apologize  for the mistake with the scheduling of our appointment – desculpar pelo erro com o agendamento do nosso compromisso
  • inquire about the order I’ve made last month – inquirir sobre a encomenda que fiz no último mês
  • apply for the job you’ve announced – aplicar para o emprego que anunciou

Se o objectivo da carta for mais específico poderá usar alguns dos exemplos abaixo:

  • Could you possibly grant the Money for the new equipments? (Poderia conceder o dinheiro para os novos aparelhos?) – É uma maneira formal de fazer um pedido
  • I would be grateful if you could come to our annual meeting. (Estaria grato se pudesse comparecer na nossa reunião anual) – Outra forma de fazer uma solicitação
  • I am delighted to announce you are getting a promotion (Eu gostaria de anunciar que tem uma promoção) – Concordar com um pedido ou fazer um anúncio de uma boa notícia.
  • I am afraid I have to notify you that your request has not been accepted ( Tenho receio de que tenho que o notificar que o seu pedido não foi aceite) – Negar um pedido ou dar uma má notícia

Conclusão

Para a conclusão é interessante começar com agradecimentos:

  • Thank you for your help (Obrigado pela sua ajuda)

Ou então podemos demonstrar que você está disponível para esclarecimentos:

  • If you have any questions, please contact us (Se tiver alguma pergunta, por favor contacte-nos)

Dependendo da situação, pode ser interessante deixar espaço para um futuro encontro. A expressão mais utilizada para isso é “I look forward to” (“Estou ansioso para”), seguida de acompanhamentos, por exemplo:

  • I look forward to seeing you at our meeting (Estou ansioso para o ver na nossa reunião)
  • I look forward to talking to you soon (Estou ansioso para falar consigo em breve)

Para concluir, como na apresentação, a saudação também varia conforme os diferentes níveis de formalidade. Veja os exemplos:

Yours sincerely Empregado quando se conhece o destinatário
Yours faithfully Pode ser usado quando não se conhece o destinatário
Best regards Usa-se apenas num nível informal, se conhecer a pessoa e tiver uma relação próxima

3 Essential steps to growing your English Certified training business

Finding the most effective English Certified training course is invaluable for any international company. With so many options to choose from the risks are high, but so are the opportunities for investing in a successful English training franchise. Choosing the right English course provider, or franchise to own, can be daunting.

The unregulated nature of the teaching industry in most countries leads to a worrying variation in the quality of training, which in turn leads to an uncertain return on investment for most companies.

The quality of education and value of your trainer provider comes down to two factors: the teachers and the courses. Although the quality of service from a language trainer provider also plays a part, in terms of return on investment it is the quality of teachers and courses that make the difference.

1. Finding the right teachers

Many companies put blind faith in their training provider, hoping they will provide the right person for the job. Too often, this causes disappointment when the dazzling teacher promised in the sales pitch turns out to be rather dull. Teacher CVs are sometimes the only thing you can rely on but, with 115 years of training expertise, Direct English provides essential guidance to partners about choosing the right teachers for their business.

Moreover, Direct English offers a Teacher’s Manual for all practitioners to make sure all Direct English centres provide a consistently high standard of teaching in terms of organization, method, and engagement.

2. Choosing the right courses

The English your sales team needs is distinct from the type of language required by management, or customer services. So start by deciding what aspects of English your staff need to focus on. Do they email regularly? Meet customers? Give presentations? Write reports or proposals? Mainly use the telephone? It is important to find out whether your English certified training provider will use modern business technology to teach modern business techniques, how they plan to motivate your staff, and how interactive their course will be.

3. Ensuring bespoke, flexible English training

Your training provider also needs to show how they will assess your staff. For example, will they organize your trainees into groups? Avoid providers who propose to mix trainee abilities in large classes. This can seriously compromise quality by failing to provide adequately for individual learning objectives.

Training is more effective if your classes are small, and trainees are divided based on their level of English and specific job responsibilities. That is why Direct English offers a flexible programme and a placement test that enables each student to find their ability level so they can plan their bespoke course accordingly fitting in with their available time.

Finally, make sure you clearly define your objectives, and choose the provider who shows you specifically how they are going to meet your objectives through enjoyable, professional, communicative English certified training delivered by friendly, qualified, and dedicated teachers.

About Direct English

Direct English is the highly successful English training franchise, available worldwide from Linguaphone. The courses are flexible and organized across eight stages, with additional foundation and business English stages. It comes with a Business English program that adds to the powerhouse of the overall Direct English learning system. Provided by the Linguaphone Group, its unique methodology has already helped thousands of people learn the vital international language of business and communication worldwide through a network of Master Franchise partners.

Direct English delivers world class English language training for all abilities and all purposes: from university students to young professionals and corporate executives.

To own a franchise in Mexico, Brazil, Latin America or to see other available countries please click here.

Ends
For all enquires, please contact:

Debora Mondella, Head of Marketing (Brand and Digital), Linguaphone Group

debora.mondella@linguaphonegroup.com

RANKING DOS MELHORES PAÍSES COM INGLÊS COMO 2ª LINGUA

O inglês é a língua mais falada do mundo, mas é curioso o fato de a grande maioria dos falantes não serem nativos.

Dos aproximadamente 1,5 biliões de pessoas que falam inglês, menos de 400 milhões utilizam-na como primeira língua. Isso significa que mais de 1 bilião usam o inglês como 2ª língua.

O  English Proficiency Index publicou estatísticas sobre as suas últimas pesquisas acerca da aprendizagem e qualidade do ensino da língua inglesa, para apurar quais os locais com maior proficiência no uso do inglês como segunda língua.

A Holanda revelou-se o país com maior proficiência na língua inglesa, de acordo com o EF English Proficiency Index, com uma pontuação de 72. Está à frente de outros cinco países do norte da Europa.

Na verdade, a única nação não europeia no Top Ten é Singapura, ocupando a sexta posição.

Europa

Não é de surpreender que a Europa tenha tantos países perto do topo do Ranking, tendo em conta as relações comerciais históricas com o Reino Unido e o facto de ser uma das 3 “linguas de trabalho”, juntamente com o francês e o alemão, da Comissão Europeia.

Ásia

Embora os países europeus ocupem um lugar proeminente no topo do Ranking, a Ásia tem uma proficiência média global mais elevada.

Singapura, Malásia e Filipinas também conseguiram boas avaliações.

América Latina

A Argentina destaca-se como o país Latino-Americano com maior proficiência – apenas a Argentina e a República Dominicana estão classificadas em categorias superiores à “baixa” ou à “muito baixa” como acontece nos restantes países da América Latina.

 

Médio Oriente e Norte da África

A região mais desfavorecida é o Médio Oriente e o Norte de África, onde todos os países, com exceção de 2: Marrocos e Emirados Árabes Unidos – estão categorizados como “muito baixos” na proficiência na língua.

1 114 115 116

Download reports

To download the reports, please tell us your details:


    Download report

    To download the report, please tell us your details: